Durante 11 anos, tentei contratar programadores para criar um sistema que fizesse o que eu faço há duas décadas. Cinco tentativas. Cinco fracassos. No dia 29 de dezembro de 2025, decidi tentar com Inteligência Artificial. Na oitava tentativa, consegui.
O Problema que Nenhum Programador Conseguiu Resolver
Existe um conhecimento que leva anos para construir. São 19 anos analisando processos trabalhistas, laudos médicos, decisões da Receita Federal, cálculos de RRA, laudos periciais, alvarás de levantamento. São mais de 4.100 casos atendidos. São R$ 49 milhões devolvidos a contribuintes que pagaram mais do que a lei exige.
Esse conhecimento estava todo na minha cabeça.
E durante anos, meu maior desejo era transformá-lo em um sistema — algo que qualquer pessoa pudesse acessar, inserir os dados do seu caso e descobrir em minutos se tinha direito a recuperar imposto de renda, e quanto.
O problema: eu não sei programar. E os programadores que contratei não conseguiram entregar o que eu precisava.
Onze Anos, Cinco Tentativas, Zero Sistema
A primeira tentativa foi em 2014. Contratei um desenvolvedor com boa reputação. O resultado: dificuldades técnicas intermináveis, prazos que nunca chegavam, e um sistema que nunca saiu do papel.
O segundo apresentou um sistema que parecia feito para crianças — visual infantil, lógica rasa, completamente fora do nível técnico que o tema exige. Um advogado trabalhista ou contador não poderia usar aquilo com seriedade.
O terceiro pegou o sinal e sumiu.
O quarto entrou como sócio — o que deveria ser uma vantagem, alguém comprometido com o resultado. Desistiu no meio do caminho.
O quinto chegou a entregar algo funcional. Simples demais, com limitações sérias, mas funcionava. O problema: não havia suporte, não havia evolução, não havia respaldo técnico quando o sistema apresentava problemas. Uma ferramenta que não cresce, em um campo que muda todo ano com a legislação, não serve.
Onze anos. Cinco tentativas. Nenhum sistema que pudesse chamar de meu.
29 de Dezembro de 2025: A Decisão
No último mês de 2025, tomei uma decisão que nunca tinha considerado seriamente antes: usar Inteligência Artificial para construir o que nenhum programador tinha conseguido.
Não porque eu entendia de IA. Não porque eu tinha um plano técnico elaborado. Mas porque eu tinha algo que os programadores não tinham: 19 anos de conhecimento especializado sobre recuperação de IR — e a IA precisava exatamente disso para construir algo útil.
Comecei com o Manus, uma plataforma de IA capaz de executar tarefas complexas de forma autônoma.
Sete Fracassos e uma Virada
A primeira tentativa não funcionou. A segunda, também não. A terceira, a quarta, a quinta — cada uma com um problema diferente, uma limitação diferente, um resultado que ficava aquém do que eu precisava.
Na sétima tentativa, estava cansado. Mas o que me manteve no processo foi a certeza de que o conhecimento estava certo — só o caminho técnico precisava ser ajustado.
Na oitava tentativa, o sistema ficou de pé.
Não era perfeito. Precisava de testes, ajustes, refinamentos. Mas pela primeira vez em 11 anos, eu tinha em mãos algo que realmente funcionava — e que carregava a lógica que eu havia construído ao longo de quase duas décadas de prática.
O Custo de Aprender Sendo Leigo
Preciso ser honesto sobre algo: por não ter conhecimento técnico, cometi erros que um desenvolvedor experiente não cometeria. Alguns caminhos que escolhi custaram mais tempo e dinheiro do que o necessário. Há um preço real em aprender fazendo, especialmente quando o que você está aprendendo é novo para todo mundo.
Mas esse custo me ensinou algo valioso: a diferença entre ter o conhecimento do domínio — que eu tinha em 19 anos de prática — e ter o conhecimento técnico de como transformar esse domínio em tecnologia. A IA foi a ponte entre os dois. Imperfeita, cara em alguns momentos, mas a única ponte que finalmente funcionou.
Do Sistema ao Produto: Registro no INPI e Lançamento
Quando o sistema passou nos testes e estava estável, tomei uma decisão importante: registrar a marca e o código-fonte no INPI — Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Não era só um sistema. Era um ativo intelectual construído sobre 19 anos de experiência proprietária. Merecia proteção legal.
Com a proteção formalizada, lancei o RestituiçãoIA oficialmente em restituicaoia.com.br.
Primeiros Resultados: O Mercado Respondeu
Sem nenhuma campanha paga. Sem anúncios. Apenas os meus vídeos no YouTube direcionando os primeiros usuários.
Em poucos dias, mais de 50 pessoas acessaram o sistema. A maioria começou pelo passo inicial — pagar R$ 29,90 para descobrir o valor estimado que têm a recuperar de IR em suas ações trabalhistas. Alguns foram além e adquiriram o KIT IR completo.
Nesta semana, vendi dois KIT IR completos — R$ 1.499,90 cada — para pessoas que encontraram o sistema, confiaram na proposta e decidiram avançar. Sem vendedor. Sem equipe de atendimento. O sistema funcionando sozinho, às 2h da manhã se necessário, respondendo à dor de quem recebeu uma ação trabalhista e não sabe o que fazer com o IR retido.
O mercado é imenso: R$ 50 bilhões são movimentados anualmente em ações trabalhistas no Brasil¹. O volume de IR retido indevidamente nesses processos representa uma oportunidade bilionária de recuperação — e a maioria dos trabalhadores não sabe que esse dinheiro pode ser recuperado.
O Que o RestituiçãoIA Faz na Prática
O sistema foi construído para responder a pergunta que chega todos os dias nos meus canais: “Recebi uma ação trabalhista. O IR foi retido. Posso recuperar alguma coisa?”
O contribuinte acessa restituicaoia.com.br, insere os dados do seu processo — valores recebidos, período da ação, composição das verbas — e o sistema aplica a mesma metodologia que aplico há 19 anos em mais de 4.100 casos. Em minutos, ele descobre se tem direito à restituição e qual o valor estimado.
Não é magia. É técnica. É o mesmo raciocínio que desenvolvi ao longo de quase duas décadas, agora acessível a qualquer pessoa com acesso à internet.
O Que Aprendi com Esse Processo
Onze anos tentando com programadores me ensinaram o que não funciona. Oito tentativas com IA me ensinaram que o conhecimento do domínio é o ativo mais valioso — e que a tecnologia, hoje, pode ser o instrumento de quem sabe, não apenas de quem programa.
O RestituiçãoIA ainda está em ajustes. Vai continuar evoluindo. Mas o mais importante já aconteceu: pela primeira vez, o conhecimento que acumulei em 19 anos de trabalho não está mais preso na minha cabeça — está disponível para qualquer brasileiro que recebeu uma ação trabalhista e quer saber se pagou IR a mais.
Isso, para mim, é a definição de tecnologia bem aplicada.
Acesse o RestituiçãoIA
Se você recebeu valores de uma ação trabalhista e quer saber se tem IR a recuperar, acesse restituicaoia.com.br e faça a simulação agora.







